Não quero me julgar poeta, escritor, ou qualquer coisa do gênero, simplesmente gosto de escrever. Tenho o hábito de registrar o que eu sinto, acredito que dessa forma eu posso decretar meus sentimentos. Sem vaidade.
Eis que surge um egoísmo, não para com as pessoas singularmente, mas para com o mundo mesmo. Coloco acima de tudo essas ideias, elas montam a confusão que existe dentro de mim. Mas não me julguem por elas, elas são só a ponta do iceberg.
O meu plano é converter esse egoísmo de me por no centro da minha própria atenção, mas não deixar de ser o centro da minha própria atenção, e sim fazer com que isso seja importante para outras pessoas, quem sabe um dia não possamos escrever ideias que mudem vidas? Seria perfeito.
Acredito que se você não conquistar a capacidade de ser recíproco, tudo que a vida lhe der vai lhe causar algum tipo de angústia.
Tens então uma faca de dois gumes. O egoísmo construtivo talvez seja só um julgamento alheio sobre seu amor próprio, mas há de ter cautela, o egoísmo destrutivo é derivado do orgulho, e o orgulho não se enxerga e nem se vê. Ele é como uma cama confortável, quando você dorme sobre ele, é mais difícil de acordar.

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